Foi assim com Arquimedes. É assim com todos nós.

Quando uma ideia atinge a maturidade necessária para tornar-se realidade e solução, ela tem, atrás de si uma longa história de aprendizado, vivências e experiências. 

O conceito SLENDER não surgiu de repente. Ele tem como alicerce mais de três décadas de experiência em recuperação de saúde e milhares de vidas, cujas histórias me ensinaram a linguagem do corpo.

Conheça algumas delas. 

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Elaine era uma empresária muito dinâmica e bem-sucedida. Aos 51 foi surpreendida por um AVC isquêmico. 

AVC ou Derrame Cerebral é uma grave doença com perda aguda da função do sistema nervoso.

Elaine entregou os pontos, reuniu a família e decidiu fechar a empresa. Em meio a essa mudança radical ela foi para uma consulta. Sugeri que aguardasse 2 meses de tratamento, antes de fechar a empresa. A família concordou. Ao final de 3 meses Elaine já estava de volta ao trabalho, com energia redobrada e expandiu os negócios. Mais clientes, mais funcionários. Progresso!

Então, constatei que:

“O mundo precisa de pessoas saudáveis”

Quando eu atendi o Pedro em 2004 ele tinha 64 anos e estava em uma fase avançada de Parkinson.

Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso, considerada cônica, progressiva e irreversível. 

Ele era um alto executivo e já não trabalhava há mais de um ano, em função do agravamento dos sintomas. Sua vida familiar também estava bem abalada e, emocionalmente, nem preciso dizer.  

Pedro fez um tratamento intenso e o seu quadro reverteu mais de 80%. Ele recuperou a vitalidade, o humor, a criatividade. Decidiu abrir um negócio próprio em sua área favorita. Sua vida tomou outro rumo. 

Mais uma vez constatei que:

“Quem tem saúde tem tudo”

 

Henrique chegou sózinho para consulta. 24 anos. Foi direto ao assunto. Aos 16 contraiu AIDS. Não contou a ninguém. Era o caçula de vários irmãos, os pais já idosos, não quis levar esse sofrimento a eles. 

Decidiu mudar de vida. Mergulhou em leituras diversas sobre saúde. Entre os livros, o Idade Biológica, que escrevi em parceria com a Dra Eliana Pynh. Estava lá devido à leitura. Colocou tudo em prática. Mudou hábitos, alimentação, suplementos, banhos terapêuticos e até o teor dos pensamentos.

Fiz os exames (análise metabólica do sangue vivo, irisdiagnóstico, dentre outros) e analisei os que trouxe. Há muito tempo não via resultados tão perfeitos em paciente de primeira consulta. O seu organismo estava saudável.

Estava claro que: 

“Saúde não é ausência de doença”

 

 

Entraram uma senhora e uma criança de 8 anos e logo soube que eram avó e neta. Ambas para a consulta. 

Duas gerações distantes. Estilo de vida, hábitos, rotina totalmente diferentes desde o nascimentos. Avó foi criada no sítio, pé descalço, fruta do pé, verduras da horta, dormia “com as galinhas”. Não tinha doenças. Foi pela curiosidade da avaliação da íris. Aproveitou e levou a neta, com que se preocupava. 

A menina nasceu na capital, apartamentos, shopping, televisão, gulosiemas, levantava tarde e dormia tarde. Vivia resfriada!

O resultado já era de se esperar: o exames da avó estavam muitos bons e o dá criança revelavam vários desequilíbrios.

Esse foi um exemplo clássivo de que:

“Saúde não é privilégio dos jovens”

 

Larissa, 17 anos, bailarina clássica. Vinha sentindo-se sem vitalidade há algum tempo, até que desmaiou durante um ensaio. 

Os exames médicos e laboratoriais estavam normais. Mas era evidente que ela não estava bem. Tinha uma apresentação no exterior em um mês e estava muito aflita com isso. 

Durante a conversa ela contou que andava muito “aérea”, desatenta, e quase foi atropelada por isso. Eu soube, também, que ela era vegana convicta há alguns anos. Na dieta, nada de carnes, laticínios, ovo, mel e qualquer substância de origem animal presente em alimentos processados (aditivos, corantes, conservantes). Não tenho nada contra o veganismo, mas, nesse caso específico, a nutrição de Larissa estava muito comprometida e em desequilíbrio. A correção nutricional trouxe Larissa de volta à sua vida preenchida por escola e balét. 

É importante lembrar que:

“É preciso haver equilíbrio em tudo”

 

Anderson era um jovem atleta de 24 anos, compeão de Jiu Jitsu. Físico perfeito. Realmente ele era muito bonito. 

Havia tido um diagnóstico que muito o abalou e também à familia. Ninguém diria que aquele rapaz tinha alguma doença. Os exames laboratoriais que havia feito recentemente estavam muito alterados. Quem diria! Ele ele era cuidado e monitorado por vários profissionais: nutricionista, preparador físico, cardiologista, ortopedista, fisioterapeuta.

Esse é um dos casos que não deixa dúvidas de que as aparências enganam e que:

“Saúde não se avalia pela beleza ou estética”

 

João chegou abatido, nervoso e incorformado. Havia recebido diagnóstico de câncer há poucos dias. Tinha 50 anos e trabalhava desde moleque. “Minha vida é só trabalhar”, disse ele. “Agora que posso sossegar um pouco, vem essa desgraça”. Foi exatamente o que ele disse. 

Vou direto ao ponto para não alongar. Na investigação médica habitual soube que joão fumava desde adolescente, atualmente 2 maços por dia. Estava bem acima do peso ideial, muida gordura abdominal, era sedentário demais e nunca teve o mínimo cuidado com alimentação. “Como de tudo. Nada me faz mal. Esse negocio de dieta saudável, para mim, é frescura”, 

Tive que mostrar para João que a doença não cai na cabeça de ninguém de uma hora para outra. Doença não é casualidade, fatalidade, azar o castigo. 

“A doença é o estágio tardio de um longo   processo de desequilíbrios para os   quais nada é feito”

 

Dona Yolanda era uma bela senhora de 75 anos. De origem italiana, vivia entre o Brasil e a Itália, usufruindo o melhor de cada país. Sua vida mudou radicalmente com o avançar da artrite reumatoide deformante. 

Artrite reumatoide é uma doença auto-imune e progressiva que evolui para incapacitação devido à dor intensa e rigidez nas articulações. 

Quando chegou para consulta, mal conseguia andar devido às dores. Há 2 anos já não viajava mais. Fez o tratamento intensivamente. Ao final de 6 meses, subia rapidamente as escadas que levavam ao segundo andar da clínica. E voltou a fazer as suas viagens.

Esse caso deixou bem claro que:

É possível ativar a regeneração celular e rejuvenescer biologicamente.